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O deputado Alexandre Curi (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, afirmou nesta segunda-feira (06), em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, de Curitiba, que o Paraná precisa continuar sendo conduzido com equilíbrio, diálogo e capacidade de gestão, e não com projetos personalistas.
Durante a conversa, Curi reafirmou que sua pré-candidatura ao Governo do Estado está apoiada na experiência acumulada, no conhecimento dos 399 municípios, no apoio de prefeitos e lideranças políticas de todo o Estado e na defesa de um modelo administrativo comprometido com resultados concretos. Ele afirmou que o debate eleitoral de 2026 deve ser centrado em políticas públicas, planejamento e capacidade de gestão.
Curi falou também sobre a troca de partido — saiu do PSD e ingressou no Republicanos — e afirmou que segue empenhado na construção de uma candidatura ao Governo juntamente com outras forças políticas, incluindo o governador Carlos Massa Ratinha Junior (PSD).
Ele ressaltou que os avanços obtidos pelo Paraná nos últimos anos resultam de construção coletiva, baseada na harmonia entre os Poderes, em decisões técnicas e no diálogo com a sociedade e com os setores produtivos, e defendeu que esse ambiente de cooperação precisa ser preservado no próximo ciclo político.
Ao defender esse modelo, Curi afirmou que o próximo governador deverá ter capacidade de unir, pacificar e manter o bom ambiente político que permitiu ao Paraná avançar em áreas estratégicas. “Eu defendo que o próximo governador tenha essa mesma capacidade que o Ratinho teve: de unir, de aglutinar, de pacificar”, declarou.
Curi destacou sua trajetória na vida pública e a experiência acumulada ao longo de seis eleições como preparação para disputar o cargo. “Eu fui testado em seis eleições. Eu me preparei ao longo dos últimos anos para estar nesse momento aqui como pré-candidato a governador”, afirmou. Ele complementou: “Na vida pública ninguém faz nada sozinho. Não tem um governador que tenha feito uma boa gestão sozinho. É através de bons secretários, de uma boa base de apoio, de escolhas certas e de decisões responsáveis. Não existe salvador da pátria. Super-herói a gente vê no cinema. Existe gestor, alguém que tenha capacidade de administrar.”
